E eu, quem sou?

Embora quase sempre tenha vivido e convivido com a confusão, gosto da calma e esta me conforta. Preciso de ambas (calma e confusão) mas é na calma que penso e divago sobre tudo e nada, que faço perguntas e penso sobre as respostas, que imagino as coisas mais absurdas, deixo a minha mente fugir…

Desde pequeno que sou conhecido pela minha calma e tranquilidade (que com a azafama do dia-a-dia cada vez maior, tenho vindo a lutar para não perder) e que gosto de parar e ficar no silencio a reflectir a vida e tudo o que a acompanha. Guardava tudo para mim, até ao dia em que decidi partilhar convosco parte de mim.

Dizem que tenho imaginação fértil, que não escrevo mal; dizem que sou uma pessoa calma, mas que quando se irrita é a serio; dizem que gosto de pregar sustos mas também de fazer rir; dizem que sou sortudo e determinado; dizem que sou homem de fé guiado por bons valores; dizem que sou engenheiro, que sou poeta.

Eu sou um bocadinho de tudo. Sou aquilo que sou. Nada mais, nada menos.
Alguém que pensa o que escreve. Que sente o que pensa.

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