SE

Se este mundo não existisse, que seria de mim?
Será que eu seria?
Será que estaria aqui?
Ou apenas um sopro de nada a pairar por ai?
Tanta duvida, suposição!
não sei o que seria sem ti.
Decerto mais sereno e arrojado,
Sem estar preso a reviver o passado.

E se o tivesse feito… assim?
Ou por ali tivesse ido?
Se não me tivesse acomodado?
Será que algo teria mudado? Enfim.

Habita o presente, deixa o passado
Não vivas de ses, um futuro hipotecado
O que sucedeu, sucedeu; o que já foi já foi.
Com decisões crescemos,
Com o ontem, aprendemos,
deixa-te de lamentos!
Acorda para a realidade, vive agora, muda o hoje,
Deixa esses inquietos tormentos!

O tempo jamais para traz volta,
Amanhã, uma completa incógnita,
Mas se quiseres podes dar o hoje por merecido.
Não vás mais tarde,
lamuriar o que poderia ter sido!

Não só de ses se faz o presente,
Nem o futuro daqui para a frente.
Mas se uma lição aprendemos,
Que em demasia esquecemos,
Para amanhã, não se deve guardar,
O que hoje se pode fazer,
Nunca se prevê, até lá o que irá acontecer,

Se o se não existisse o que seria de mim?
Não sei.
Mas uma coisa certa, o é,
Se não estivesses a ler este excerto bonito,
Provavelmente nunca teria sido escrito.

 

                                         JPVG

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