ABRAÇO

O tempo pára; tudo o resto é esquecido,
Um momento que duas almas entrelaça,
Permanece para a eternidade, quando sentido,
Que para tudo serve mas que serve para nada,
Que nada resolvendo, tudo soluciona!

Desde a antiguidade, de tudo nos cura e resgata,
Um aperto que conforta e alivia o desassossego,
Um desafogado aconchego; um porto seguro,
Em que o nada, tudo aparenta, e tudo, nada parece,
Bem-estar que nos envolve e nos aquece.

Um Harmonioso silêncio, que a alma contempla,
Revitaliza e eleva a nossa humanidade,
Que na sua simplicidade, abre os olhos, o coração,
Deste mundo interesseiro e desamparado,
De amor verdadeiro, e pequenos gestos rejeitado.

Pode ser de todas as espécies e feitios,
Pode ser o que procuras, o que desejas,
Um múltiplo gesto de amizade, conforto, amor,
Até de tristeza, saudade, despedida, compaixão…

Pode ser tanto, pode ser tudo e nada, mas nunca de divisão
Seja ele sentido, desajeitado, espontâneo ou forçado,
É dos mais simples e maiores gestos de amor,
Pelo Homem, alguma vez fabricado.

JPVG

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s